sexta-feira, 24 de junho de 2011

Novo Código Florestal

A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do polêmico projeto do novo Código Florestal, proposto pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP).
A proposta, que já sofreu diversas modificações desde que foi apresentada pela primeira vez, dividiu ruralistas, ambientalistas e acadêmicos. Entenda a polêmica em torno do novo Código Florestal:

O QUE É O CÓDIGO FLORESTAL?
Criado em 1965, o Código Florestal regulamenta a exploração da terra no Brasil, baseado no fato de que ela é bem de interesse comum a toda a população.
Ele estabelece parâmetros e limites para preservar a vegetação nativa e determina o tipo de compensação que deve ser feito por setores que usem matérias-primas, como reflorestamento, assim como as penas para responsáveis por desmate e outros crimes ambientais relacionado. Sua elaboração durou mais de dois anos e foi feita por uma equipe de técnicos.

POR QUE ELE PRECISA SER ALTERADO?
Ambientalistas, ruralistas e cientistas concordam que ele precisa ser atualizado, tanto por ter de se adaptar à realidade brasileira, mas também porque ele foi modificado várias vezes por decreto e medidas provisórias e seria necessário algo mais sólido.
No entanto, os envolvidos divergiram em relação à urgência de votá-lo. A bancada ruralista queria aprová-lo rapidamente para pôr fim à "instabilidade jurídica", que dá margem a diversas interpretações em alguns pontos polêmicos. Os especialistas defendiam uma modernização, mas queriam adiar a votação para dar tempo a uma discussão mais ampla do projeto. Já a chamada bancada verde quer mudanças, porém diferentes das propostas de Rebelo.

O QUE SÃO AS APPS, UM DOS PRINCIPAIS PONTOS DE DISCÓRDIA?
As chamadas Áreas de Preservação Permamente (APPs) são os terrenos mais vulneráveis em propriedades particulares rurais ou urbanas. Como têm uma maior probabilidade de serem palco de deslizamento, erosão ou enchente, devem ser protegidas. É o caso das margens de rios e reservatórios, topos de morros, encostas em declive ou matas localizadas em leitos de rios e nascentes. A polêmica se dá porque o projeto de Rebelo flexibiliza a extensão e o uso dessas áreas, especialmente nas margens de rios já ocupadas.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE APP E RESERVA LEGAL?
A Reserva Legal é o pedaço de terra dentro de cada propriedade rural --descontando a APP-- que deveria manter a vegetação original para garantir a biodiversidade da área, protegendo sua fauna e flora. Sua extensão varia de acordo com a região do país: 80% do tamanho da propriedade na Amazônia, 35% no Cerrado nos Estados da Amazônia Legal e 20% no restante do território. Os ambientalistas criticam a proposta do Novo Código que isentaria a recomposição da reserva legal para pequenos produtores.

POR QUE ELE CAUSA TANTA POLÊMICA?

Em junho de 2010, o deputado e relator Aldo Rebelo apresentou uma proposta com uma série de mudanças para alterá-lo. A aprovação final do novo Código emperrou justamente porque ele sofreu críticas de diversos setores políticos, de ambientalistas e de muitos acadêmicos.
A bancada ruralista, que defende boa parte das mudanças propostas originalmente, afirma que o Código Florestal em vigor atrapalha o desenvolvimento do país. Afirmam que ele foi criado em um momento em que a agricultura e a pecuária tinham baixa produtividade e que a alteração é necessária porque é preciso mais terra para ampliar a produção.
Sem as mudanças, dizem, não conseguirão suprir a crescente demanda de alimentos e o setor agropecuário brasileiro ficaria em desvantagem no cenário mundial.
Já os ambientalistas rebatem, afirmando que as terras já exploradas são suficientes para dobrar a produção, basta aprimorar a eficiência nas lavouras e nos pastos por meio de tecnologia e uso sustentável na agricultura e pecuária.
Organizações de defesa do meio ambiente --e boa parte da academia-- afirmam que as mudanças no Código abrem brechas para aumentar o desmatamento e podem pôr em risco serviços ambientais básicos, como o ciclo das chuvas e dos ventos, a proteção do solo, a polinização, o controle natural de pragas, a biodiversidade, entre outros. Esse desequilíbrio prejudicaria até mesmo a produção agropecuária, que está diretamente ligada a tais fatores ambientais.

O QUE É UM MÓDULO FISCAL?
É uma unidade de medida determinada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) que varia de acordo com o estado. Ele pode medir de 5 a 110 hectares. Em Brasília, por exemplo, um módulo fiscal equivale a 20 hectares, por exemplo, e no Acre a 378 hectares.
O QUE DEVE OCORRER APÓS A VOTAÇÃO NA CÂMARA?
No passo seguinte, o projeto aprovado segue para ser votado no Senado e, após aprovado, deve ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff.

  

Fonte: Folha de São Paulo, BBC


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Praia Brava e Morro do Espinhal

Aproveitando a temporada que está boa demais, neste final de semana fomos escalar na praia Brava em Itajaí. Escalamos vias esportivas com uma característica bem diferente da que estou acostumado (para não dizer estranhas), muito equilíbrio e posicionamento na rocha. O tempo estava muito bom e partimos de tarde para o Morro do Espinhal no município de Camburiú, desfrute total com lindas linhas tradicionais. O pico é um campo escola para quem quer aprender a guiar vias tradicionais, todas bem protegidas, muita aderência e técnica. Escalamos até anoitecer no morro que dispensa comentários de visual. Estou feliz da vida com o tempo que está colaborando, todo final de semana está rolando montanha.

Grande Abraço a Todos

Namastê













terça-feira, 31 de maio de 2011

Dia mundial de combate ao Tabagismo


Os estudos apontam uma queda de 2009 para 2011, o número de fumantes caiu de 16% para 15%. Os dados parecem altos mais estão caindo gradativamente, comparado a 1989 que a estatistica era de 32% da população brasileira. A questão é que o ultimo levantamento feito apontou que os homens estão aderindo mais o movimento contra o tabagismo em relação as mulheres. Fica a mensagem e a imagem para refletir.

Namastê

domingo, 29 de maio de 2011

Morro do Tromba

Neste Domingo dia 29 de maio, fomos fazer um trekking no Morro do Tromba. A galera do Peabiru montanhismo, Eu ,Ostara, Leandro,Mari e Yara. Começamos a subida na parte da manhã e aproveitamos o dia curtindo a montanha.


A montanha está localizada no Distrito de Pirabeiraba e o acesso é feito pela estrada da Serra da Dona Francisca.


A dificuldade do trekking é de grau médio e contém alguns trechos de escalaminhadas, com subidas intensas e íngremes.


O morro tem 967 metros de altitude a nível do mar e pode ser visto de vários pontos da cidade de Joinville.


                   Serra coberta pelo tapete Mata Atlântica.


  Galera curtindo o cume.


    Salve Santa Catarina e suas belezas naturais.


Do cume se tem a vista de Pirabeiraba, Baia da Babitônga, Joinville e Diversas montanhas da Região.

        

    Cheguei graças a Deus.

    
                   Acima de toda essa loucura. (Joinville)


Vista do Morro do Tromba, Joinville Santa Catarina.



Bons Ventos

Namastê